Nada pode ser menor! Um dos maiores gigantes do futebol mundial, mais uma vez, feito de tolo pelo mesmo treinador. Não bastasse a CBF esperar, na primeira portunidade, quase um ano para ouvir um sonoro “não” de Ancelotti, precisou de mais um ano para ouvir outro. Como um time pequeno de Série D do Campeonato Tailândês, o Brasil se inferiorizou a um profissional, sendo motivo de chacota, de novo.
Ednaldo Rodrigues, recém reeleito presidente da entidade, parece ser aquele marido traído que joga o sofá pela janela para resolver os problemas da entidade, que são inumeráveis. Coordenador de uma instituição que lucra bilhões anualmente e, mesmo assim, dá aos amantes do esporte, um futebol cada vez mais pobre, com arbitragens caóticas e confusas, Ednaldo, agora, deve partir para o plano B, que deveria ter sido o A desde o início: Jorge Jesus, que sempre disse ser um anseio treinar o Brasil. Mas Ednaldo, como uma figura que parece gostar de sofrer, para não dizer coisa pior, sempre preferiu buscar aquele que nunca deu indício algum que teria esse sonho. Assim como vários jogadores que atualmente jogam pela Seleção, Ancelotti nunca viu seus olhos brilharem por representar o Brasil. E 20 anos de fracassos sucessivos provam isso.
Vejamos o que vem por aí. Há alguns anos, a Seleção Brasileira era o ápice para qualquer profissional, inclusive de outros países. Hoje não é sonho nem de jogador que atua no Brasil e nem causa fervor no próprio torcedor, que parece se importar mais com o clube do coração que com o que faz a seleção de verde e amarelo (ou vermelho).








