A Copa do Brasil de 2026 já tem todos os seus participantes definidos e marcará a maior edição da história da competição. Ao todo, 126 clubes disputarão o torneio, superando os 92 das edições anteriores. Além do aumento no número de equipes, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) promoveu mudanças estruturais importantes, como a ampliação do campeonato para nove fases e a adoção da final em jogo único, em local a ser definido pela entidade. Outra novidade relevante é que os dois finalistas garantem vaga na Copa Libertadores de 2027.
A competição começa com equipes de menor posição no Ranking Nacional de Clubes da CBF e vai incorporando novos times ao longo das fases. Os clubes da Série A entram apenas na quinta fase. A partir daí, o torneio segue no tradicional mata-mata, com jogos de ida e volta até as semifinais. Somente a decisão será disputada em partida única.
Os participantes estão distribuídos por todos os estados brasileiros, garantindo o caráter nacional do torneio. Veja a divisão por estado:
Minas Gerais: Betim (1ª fase); América, Athletic, Tombense e Uberlândia (2ª fase); Atlético e Cruzeiro (5ª fase).
Rio de Janeiro: Sampaio Corrêa (1ª); Boavista, Madureira, Nova Iguaçu, Portuguesa e Volta Redonda (2ª); Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco (5ª).
São Paulo: Primavera e Velo Clube (1ª); Guarani, Novorizontino, Portuguesa e São Bernardo (2ª); Ponte Preta (3ª); Bragantino, Corinthians, Mirassol, Palmeiras, Santos e São Paulo (5ª).
Espírito Santo: Desportiva Ferroviária e Porto Vitória (1ª); Rio Branco (2ª).
Paraná: Azuriz, Cianorte, Londrina, Maringá e Operário (2ª); Athletico-PR e Coritiba (5ª).
Rio Grande do Sul: Guarany de Bagé (1ª); Caxias, Juventude, São Luiz e Ypiranga (2ª); Grêmio e Internacional (5ª).
Santa Catarina: Santa Catarina (1ª); Avaí, Figueirense e Joinville (2ª); Barra (3ª); Chapecoense (5ª).
Bahia: Porto (1ª); Atlético de Alagoinhas, Jacuipense e Juazeirense (2ª); Bahia e Vitória (5ª).
Ceará: Tirol (1ª); Ceará, Fortaleza e Maracanã (2ª).
Pernambuco: Maguary (1ª); Retrô, Santa Cruz e Sport (2ª).
Alagoas: Penedense (1ª); ASA, CRB e CSA (2ª).
Sergipe: América de Propriá (1ª); Itabaiana e Lagarto (2ª); Confiança (3ª).
Rio Grande do Norte: Laguna (1ª); ABC e América-RN (2ª).
Maranhão: IAPE (1ª); Imperatriz e Maranhão (2ª).
Paraíba: Serra Branca (1ª); Botafogo-PB e Sousa (2ª).
Piauí: Piauí (1ª); Altos e Fluminense-PI (2ª).
Goiás: Anápolis, Atlético-GO, Goiás e Vila Nova (2ª).
Mato Grosso: Primavera (1ª); Cuiabá, Mixto e Operário-VG (2ª).
Mato Grosso do Sul: Ivinhema e Pantanal (1ª); Operário-MS (2ª).
Distrito Federal: Brasiliense, Capital e Gama (2ª).
Pará: Bragantino (1ª); Águia de Marabá, Castanhal e Tuna Luso (2ª); Paysandu (3ª); Remo (5ª).
Amazonas: Amazonas, Nacional, Manaus e Manauara (2ª).
Acre: Galvez e Vasco-AC (1ª); Independência (2ª).
Roraima: Baré e Monte Roraima (1ª); GAS (2ª).
Rondônia: Guaporé (1ª); Ji-Paraná e Porto Velho (2ª).
Amapá: Oratório, Independente e Trem (2ª).
Tocantins: Araguaína e Gurupi (1ª); Tocantinópolis (2ª).
Com representantes de todas as regiões, mais fases e novas regras, a Copa do Brasil de 2026 promete ser a edição mais longa, diversa e competitiva da história do futebol brasileiro.








