Parece que o universo sertanejo finalmente resolveu fazer justiça poética, e quem levou a lapada da vez foi ela: Simaria, a autoproclamada “coleguinha” que, desde que se separou de Simone Mendes, anda mais presente nas fofocas do que nas paradas de sucesso. A cena foi digna de reality show: Maiara e Maraisa, ao vivo no especial “Band FM De Pertinho”, decidiram dar nome — ou quase — ao que muita gente no meio artístico já sussurrava pelos camarins. Sem citar diretamente, mas também sem fazer esforço para esconder, deixaram claro o recado: tem gente sem noção que adorava chamar os outros de “brega” e “cafona”. E adivinha quem tem esse histórico?
Maiara, afiadíssima, soltou um “Dá pra imaginar quem é a sem noção”, com um sorriso daqueles que dizem mais que qualquer nome pronunciado. A plateia entendeu, a internet vibrou e Leo Dias, que estava ali presente, deve ter sentido o déjà vu do momento em que Simaria fingiu tocar piano no seu corpo — cena que até hoje provoca vergonha alheia coletiva no país inteiro.
A ironia é que, enquanto Simaria se ocupava em distribuir críticas sobre o estilo de outras artistas, sua irmã, Simone Mendes, segue lotando shows, entregando hits e mostrando que nunca precisou da outra metade para brilhar. Simone canta, emociona, arrasta multidões. Já Simaria… bem, coleciona polêmicas e lembranças de quando sua carreira não dependia apenas de sua própria reputação.
E vamos combinar: chamar Maiara e Maraisa de bregas quando o próprio currículo inclui crises ao vivo, climão com jornalistas e uma performance digna de auditório dominical é de uma ousadia que beira a ficção científica. As irmãs, com classe e deboche na medida certa, deram a resposta que o público esperava. Não gritaram, não xingaram — apenas deixaram o shade no ar, elegante e cirúrgico, como toda boa treta sertaneja deve ser.
Enquanto isso, Simone, soberana, observa tudo do topo das paradas. Sozinha, firme e sem precisar justificar nada a ninguém. Talvez essa seja a verdadeira ferida: descobrir que o público não sente falta de quem saiu batendo porta. Porque o mercado sertanejo tem memória curta para estrelas problemáticas, mas aplaude em pé quem entrega talento com humildade.
No fim, o recado foi dado: no mundo do sertanejo, quem planta ego, colhe shade ao vivo. E quem planta trabalho, colhe palco lotado — né, Simone?








