A Copa do Mundo de 2026 já tem 42 vagas diretas definidas – outras seis sairão da repescagem – e o Brasil está entre as 12 seleções que serão cabeças de chave no sorteio do dia 5 de dezembro. Mesmo com o formato ampliado para 48 participantes, ainda há chance de surgirem os temidos “grupos da morte”, dependendo da composição dos potes e de como a Fifa distribuirá os classificados da repescagem, que podem deixar de ir automaticamente ao Pote 4, como ocorria antes.
Três grupos já têm cabeças de chave garantidos: Canadá, Estados Unidos e México, os países-sede. Os outros nove serão definidos pelo ranking da Fifa. O Brasil, quinto colocado na atualização mais recente e classificado em quinto nas Eliminatórias Sul-Americanas, está entre eles. A Argentina, vice-líder do ranking, também será cabeça de chave.
Completam a lista: Espanha (1º), França (3º), Inglaterra (4º), Portugal (6º), Holanda (7º), Bélgica (8º) e Alemanha (9º). A Bélgica assegurou a vaga na última rodada. Já a Itália perdeu posições ao cair para a repescagem (de 9º para 12º) e, mesmo se avançar, não será cabeça de chave, algo que muito tem a ver com os últimos retrospectos da equipe, que ficou de fora das últimas duas Copas.
A formação de grupos complicados é provável, já que seleções fortes ficaram fora do Pote 1. Croácia e Marrocos, semifinalistas no Catar, aparecem em 10º e 11º. Colômbia, Uruguai e Senegal também devem compor o competitivo Pote 2. A Noruega, guiada por Haaland, surge como surpresa capaz de desequilibrar qualquer chave.
A própria Itália pode engrossar um possível grupo da morte, se finalmente conseguir voltar ao Mundial após duas ausências seguidas. Irlanda, Dinamarca e Polônia, todas na repescagem, também podem complicar o sorteio.








