Quando um árbitro não é notado na partida, é porque fez um bom serviço. Quando no dia seguinte a um clássico, quem é tema de debate é ele, como protagonista, é porque “há algo de podre no reino da Dinamarca”. Pois é. Hoje estou aqui escrevendo sobre o árbitro. Sinal que foi uma tragédia. Mas era algo já previsível.
A arbitragem da CBF é comandada por uma turma de incompetentes, que não sabe a hora que têm fome. É inacreditável como escolhas são feitas, resultados são alterados por conta da péssima arbitragem, e um calhorda tem a cara de pau de dizer que os acertos beiram 99%. É inacreditável! O histórico de Zanovelli fala por si. Lambança atrás de lambança!
Zanovelli não sabia onde o cartão vermelho estava. Levantou quatro vezes, retirou três e só acertou uma. Foi uma apresentação circense em um jogo que valia muito para Cruzeiro e Atlético. Mas a estupidez de quem o escalou e a incompetência dele tornaram o jogo coadjuvante em meio às lambanças. Cartões errados, faltas equivocadas, escanteios inexistentes. Quem gostou foram Flamengo e Palmeiras, que ganharam seus jogos e viram um adversário sair da briga. Lá embaixo, tudo agarrado, mas o Fortaleza parece ter desistido da elite do futebol, querendo fazer companhia ao Juventude e Sport, este, virtualmente rebaixado. Alivio para o Atletico, que vê 75% das vagas da B já praticamente definidas e não ser tao necessário chegar aos 45 pontos. A oito pontos do Vitória, o primeiro do Z-4, a preocupação de Sampaoli quase que se pode dizer que é com 2026.
Vamos ver, agora, quais medidas a CBF vai tomar com o senhor Zanovelli, que deveria repensar o que fazer da vida. Apitar não é uma opção. Ele não sabe.








