O jogo é somente na quinta-feira (11/9). Contudo, até lá, o clima de clássico vai tomando conta não apenas da cidade, mas de todo o Estado. Com vantagem substancial, o Cruzeiro jogará em casa, com o Mineirão lotado e podendo até perder por um gol de diferença. Isso quer dizer que tudo está perdido ou garantido? Obviamente que não. Mas que é uma senhora vantagem, isso é.
Além disso, o time do Cruzeiro tem jogado muito bem, está com o grupo coeso, e que tem se doado em campo. Do outro lado, até mudança no comando teve, o que pode, também, dar novos ares. Com uma campanha muito ruim – a pior entre os clubes do Brasileirão – pós-Mundial, a diretoria atleticana viu como lógica a troca de Cuca por Sampaoli. Os métodos de treino, inclusive, já mudaram. Agora, os treinos são em dois períodos.
No Cruzeiro, as notícias são mais pela recuperação de atletas e a chegada de Fabrício Bruno – na seleção – que qualquer outra coisa. Matheus Pereira e Wanderson já participaram dos treinos nesse domingo (7/9). Kaio Jorge vem fazendo tratamento intensivo para poder estar, ao menos, relacionado para a partida.
Já no alvinegro, a mudança deve ser mais de empenho que de peças. Afinal, a forma como Sampaoli controla suas equipes é mais focada na doação em campo que em esquemas. Se bem que ele tem aquela velha mania de goleiro ter que saber “jogar com os pés”. Mas diante de cerca de 10 dias de trabalho que terá até o clássico, uma ou outra peça poderá ser mudada visando uma forma diferente de jogar. Diferentemente do que o Atlético fez contra o Flamengo, esperando para contra-atacar, dessa vez não creio que fará isso.
O risco é de atacar e levar gol. Mas a velha máxima de “perder por um, perder por mil”, agora, é o que resta para o Atlético ainda crer em reviravolta.








