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Gripe aviária: governo de MG vai descartar 450 toneladas de ovos como medida preventiva

Em meio ao problema da gripe aviária, o governo de Minas Gerais anunciou, neste sábado (17/5), que vai descartar cerca de 450 toneladas de ovos fecundados que chegaram à região centro-oeste do estado como medida preventiva.

Representantes da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) se reuniram hoje pela manhã para uma reunião emergencial para discutir ações contra a gripe aviária.

“Foram rastreados ovos férteis trazidos para Minas Gerais a partir de uma granja comercial da cidade Montenegro, Rio Grande do Sul, local cuja detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade foi confirmada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta quinta-feira (15)”, informou o governo estadual por meio de nota.

“Por esta razão, como medida preventiva, 450 toneladas de ovos fecundados e demais materiais envolvidos serão descartados no centro-eeste de Minas. A iniciativa mostrou-se necessária para manter o controle sanitário, seguindo planos prévios para possíveis ocorrências do tipo, garantindo contenção e erradicação da doença e a manutenção da capacidade produtiva do setor. Todas as medidas que estão sendo tomadas fazem parte do Plano de Contingência da Influenza Aviária de Alta Patoneneidade (IAAP), firmado entre União, Estados e setor produtivo em 2022, quando surgiu o primeiro foco da doença na América do Sul. É importante ressaltar que a gripe aviária leva as aves à morte, mas não representa risco para a população por não ser transmissível por meio do consumo da carne ou ovos”, completou a nota.

Representantes da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) se reuniram na manhã deste sábado (17) para uma reunião emergencial para discutir ações contra a gripe aviária.

“Foram rastreados ovos férteis trazidos para Minas Gerais a partir de uma granja comercial da cidade Montenegro, Rio Grande do Sul, local cuja detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade foi confirmada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta quinta-feira (15)”, informou o governo estadual por meio de nota.

Veja mais: Gripe aviária no Brasil: é seguro comer ovos e frango?

“Por esta razão, como medida preventiva, neste sábado (17), 450 toneladas de ovos fecundados e demais materiais envolvidos serão descartados no Centro-Oeste de Minas. A iniciativa mostrou-se necessária para manter o controle sanitário, seguindo planos prévios para possíveis ocorrências do tipo, garantindo contenção e erradicação da doença e a manutenção da capacidade produtiva do setor. Todas as medidas que estão sendo tomadas fazem parte do Plano de Contingência da Influenza Aviária de Alta Patoneneidade (IAAP), firmado entre União, Estados e setor produtivo em 2022, quando surgiu o primeiro foco da doença na América do Sul. É importante ressaltar que a gripe aviária leva as aves à morte, mas não representa risco para a população por não ser transmissível por meio do consumo da carne ou ovos”, diz a nota.

Segundo o governo, os ovos férteis são aqueles usados para fecundação e produção de aves, não para consumo.

“O rastreamento de ovos férteis produzidos nessa granja da cidade de Montenegro, Rio Grande do Sul, está sendo finalizado e, portanto, a necessidade de novos descartes de produtos em Minas Gerais ainda pode ocorrer nos próximos dias”, explica o governo.

Primeiro caso confirmado

Na sexta-feira (16), a cidade de Montenegro, que fica a cerca de 60 quilômetros de Porto Alegre, confirmou o primeiro foco de gripe aviária do Brasil em uma granja de produção comercial.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou nesta sexta-feira (16) que detectou o vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em uma granja de aves comerciais. Trata-se do primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil.

O consumo de carne de aves e ovos não transmite a doença para humanos, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, que reforçou não haver qualquer restrição ao consumo.

A pasta também informou que o risco de infecção humana pelo vírus da gripe aviária é baixo, afetando principalmente tratadores ou profissionais que têm contato direto e frequente com aves infectadas, vivas ou mortas.

As medidas de contenção e erradicação previstas no Plano Nacional de Contingência já foram iniciadas, segundo a pasta. As ações têm como objetivo não apenas eliminar a doença, mas também preservar a capacidade produtiva do setor.

 

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Marcelo da Fonseca
Editor de Política. Formado em Comunicação Social pela PUC Minas e em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já escreveu para os jornais Estado de Minas, O Tempo e Folha de S. Paulo.

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