Várias postagens que circulam nas redes sociais têm chamado a atenção de trabalhadores ao apontar os melhores dias para pedir demissão em 2026, com base em um calendário que busca maximizar os benefícios financeiros da saída do emprego. A lógica compartilhada nessas listas considera duas estratégias principais: escolher um dia que venha depois do 15º dia do mês e fazer o pedido no início da semana, preferencialmente em uma segunda-feira.
O raciocínio por trás dessa escolha tem explicação prática: quando a demissão ocorre após o dia 15, o mês entra integralmente no cálculo dos proporcionais de férias e do 13º salário, o que pode resultar em um valor maior a receber na rescisão. Já optar por uma segunda-feira ajuda a garantir o Descanso Semanal Remunerado (DSR) do fim de semana anterior sem complicações, já que o contrato ainda estará ativo durante esse sábado e domingo.
A advogada trabalhista consultada pela reportagem destaca que essa estratégia é uma forma de aproveitar ao máximo as verbas devidas, como férias proporcionais e 13º salário, embora seja preciso lembrar que o trabalhador que pede demissão não tem direito ao saque do FGTS, à multa de 40% sobre o FGTS nem ao seguro-desemprego, benefícios que só são garantidos nos casos de demissão sem justa causa.
Com base nessas recomendações, a lista de datas sugeridas para pedir demissão em 2026 é a seguinte:
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janeiro: 19/01
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fevereiro: 23/02 (algumas listas também mencionam 16/03 por conta do Carnaval)
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março: 16/03
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abril: 20/04
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maio: 18/05
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junho: 22/06
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julho: 20/07
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agosto: 17/08
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setembro: 21/09
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outubro: 19/10
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novembro: 16/11
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dezembro: 21/12
Ainda que essas datas sejam amplamente compartilhadas na internet, especialistas recomendam que cada trabalhador analise sua situação individual — levando em conta prazos de aviso prévio, planos profissionais e condições pessoais — antes de decidir o melhor momento para pedir demissão.








