A menos de um ano das eleições gerais de 2026 no Brasil, diversos políticos “experientes” e figuras tradicionais da política nacional voltaram a ser citados como possíveis candidatos, reacendendo debates, alianças e disputas internas nos partidos. A movimentação ocorre em um contexto de reorganização partidária e polarização, com líderes que já tiveram destaque em outras épocas buscando uma nova chance nas urnas. Diga-se de passagem, pessoas com processos nas costas que são mais pesados que um dinossauro!
Entre os nomes que figuram nas conversas políticas e nas articulações para a próxima eleição estão vários ex-deputados, ex-ministros e ex-governadores que marcaram presença na cena nacional em décadas anteriores. Entre os principais “figurões” apontados para disputar cargos em outubro de 2026 estão:
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Eduardo Cunha – ex-presidente da Câmara dos Deputados;
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José Dirceu – ex-ministro da Casa Civil;
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Ciro Gomes – ex-ministro e ex-governador do Ceará;
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João Paulo Cunha – ex-presidente da Câmara;
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José Roberto Arruda – ex-governador do Distrito Federal.
Esses nomes surgem em meio a conversas partidárias, sondagens e movimentos estratégicos que indicam interesse em retomar a atividade eleitoral, seja para buscar vagas no Congresso, disputar governos estaduais ou testar força política em um pleito que também definirá o próximo presidente da República.
A aparição dos “figurões” ressalta como eleitores e partidos buscam candidatos conhecidos, com trajetória consolidada, para enfrentar um processo eleitoral que promete ser competitivo e decisivo para os rumos da política brasileira nos próximos anos. Ao mesmo tempo, pessoas com histórico duvidoso ou, no mínimo, que deixam pé atrás.
Aqueles que saíram da política pela porta dos fundos e, outros, que estão no chiqueiro político em mandato inicial ou já há algum tempo, por mim, que não figurem.
Eu não voto em político que não faz nada por seu país, Estado ou município. Pior ainda aqueles que foram testados e, ainda que momentaneamente, mostraram não ser confiáveis.
Apartidária, sempre votei em projetos. Não voto em aventureiros nem em quem parece ter a cadeia como foco.








