Reconstrução da Faixa de Gaza, destruída após meses de bombardeios, ainda não tem diretrizes definidas
Israel iniciou a transferência de prisioneiros palestinos enquanto o Hamas reúne os reféns mantidos em diferentes pontos da Faixa de Gaza. O movimento ocorre em meio aos preparativos para a implementação do acordo de cessar-fogo e troca de detidos, que prevê também a devolução dos corpos das vítimas ainda em poder do grupo.
Enquanto isso, a reconstrução de Gaza permanece como uma das grandes incógnitas do processo de paz. O território foi amplamente devastado por sucessivos bombardeios, deixando infraestrutura colapsada, milhares de desabrigados e serviços essenciais, como hospitais e abastecimento de água, em situação crítica.
Com a trégua em fase de implementação, cresce a pressão internacional para que Israel e Hamas apresentem um plano concreto para a reestruturação da região. No entanto, ainda não há definição sobre quem ficará responsável pela gestão da reconstrução, nem quais países financiarão as obras emergenciais.
A situação humanitária segue grave, e imagens aéreas mostram civis caminhando entre escombros, em busca de mantimentos e locais minimamente seguros. Enquanto prisioneiros e reféns começam a ser mobilizados, o futuro de Gaza continua incerto, dependente das próximas etapas do acordo e da atuação dos mediadores internacionais








