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Obra de drenagem na VM5 inicia para acabar com alagamentos e preparar duplicação da via

Teve início nesta segunda-feira (18/8) a obra de drenagem da rua Vereador Joaquim Costa, mais conhecida como VM5 ou via do Palácio dos Leilões. A intervenção tem como objetivo resolver problemas históricos de alagamentos na região da Ressaca e preparar o terreno para a duplicação da via, que recebe diariamente cerca de 32 mil veículos.

Com investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão, a primeira etapa consiste na implantação de 500 metros de rede de captação de águas pluviais, com prazo estimado de 90 dias para conclusão. Em seguida, será iniciada a duplicação da via, fruto de parceria entre o poder público e a empresa Tambasa, que assumiu a execução como contrapartida. A expectativa é de melhorias significativas na mobilidade urbana, com mais fluidez no trânsito, integração entre áreas residenciais e comerciais e mais segurança para pedestres e motoristas.

A prefeita Marília Campos destacou a importância da obra:
“Estamos acompanhando de perto uma intervenção que vai transformar a realidade da mobilidade em nossa cidade. A drenagem é essencial para resolver os alagamentos históricos da região e, com a duplicação da VM5, teremos mais fluidez e integração, beneficiando milhares de pessoas todos os dias”.

Segundo o fiscal da Secretaria de Obras, Gleisson Alves, a solução foi pensada para eliminar de vez os transtornos causados pelas chuvas. “A VM5 sofre com alagamentos recorrentes. Agora, com essa rede de drenagem de 500 metros, vamos resolver o problema definitivamente. Depois, com a duplicação feita pela Tambasa, o trânsito também será desafogado, com mais segurança para todos”, explicou.

O presidente do Grupo Tambasa, Alberto Portugal, reforçou o compromisso da empresa: “Estamos investindo na drenagem e assumimos a obra de pavimentação e duplicação da via. Isso praticamente dobrará a capacidade de tráfego da VM5, eliminando um gargalo que há anos atrapalha quem passa por aqui”.

Para os motoristas, a expectativa é de grandes mudanças. Carlos Henrique de Souza, que utiliza a via diariamente para ir ao trabalho, acredita que a obra será um divisor de águas: “Nos horários de pico, já cheguei a perder quase uma hora só nesse trecho. Quando chove, fica ainda pior. Espero que agora a gente consiga passar com mais rapidez e tranquilidade”.

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