O futebol brasileiro é uma vergonha mundial com tanto trambique e calote. É inadmissível que seja necessário protocolos, denúncias, julgamentos, cumprimento de prazos, julgamento de recursos para, daí por diante, haver algum adimplemento com algo que deveria ter sido feito lá atrás. Histórias e mais histórias de clubes que contratam, não pagam, vendem o mesmo jogador para outro clube, lucra, embolsa e dá calote em outro. Em 2025, vários são os clubes nessa espera, que mais beira as páginas policiais que propriamente esportivas.
Corinthians está afundado em dívidas e pagando quase R$ 4 milhões mensais a um único jogador. Vasco acabou de tomar um transfer ban por dívida de 2023. Santos, Internacional, Atlético-MG e tantos outros colecionam dívidas. Umas que pagaram uma ou mais parcelas e, outras, que nem a primeira foi paga. Diante disso, só resta dizer que há a necessidade imediata de punições. O Cruzeiro, em 2020, o Cruzeiro perdeu ponto por causa de dívida. De lá para cá, ninguém. Muito pela morosidade da justiça ou conluios obscuros, termo redundante, mas igualmente vergonhoso.
Cuiabá, Athletico-PR, Cruzeiro, clubes do exterior, estão ou já ficaram a ver navios pelas manobras furtivas de dirigentes concorrentes. A CBF se cala, os tribunais se omitem e a farra continua. Até quando? Será que o crime compensa? Quem não recebe e deixa o seu plano de investimentos vendo navios por não poder contratar – já que o dinheiro não chegou – sabe bem como é essa máfia que há no futebol brasileiro.
Que os caloteiros sejam punidos, que o futebol seja respeitado e que o Brasil volte às conquistas, senão internacionais, ao menos ter o respeito de quem vai, paga e assiste aos atuais show de horrores nos estádios e o que acontece fora deles.








