As críticas pela demora no anúncio de reforços durante a janela de transferências – encerrada em 2 de setembro -, tornaram-se elogios. Isso porque a diretoria do clube qualificou bem o seu elenco, com contratações pontuais, de potencial, com atletas que podem fazer a diferença agora e no futuro.
Foram milhões gastos em Sinisterra (6 milhões de euros), Keny Arroyo (8 milhões de euros), Ryan Guilherme (1 milhão de euros) e Kauã Moraes (1,5 milhão de euros). Isso, em reais, passa dos R$ 104 milhões em atletas que podem – e vão – dar frutos. Diferentemente de quando trouxeram Lautaro Diaz, Wesley e Peralta da vida, para citar alguns.
Na apresentação de Arroyo, Ruan e Kauã, o discurso de quem quer ocupar espaço, voltar à seleção ou entrar no radar dos técnicos. Todos com os pés no chão, sabendo que terão uma trajetória longa para poderem ocupar um espaço entre os 11 iniciais. Sinisterra, dias antes, já havia também falado algo do tipo. O atacante colombiano, inclusive, já fez sua estreia, diante do São Paulo. Os demais já tiveram seus nomes publicados no BID e já ficam à disposição para o dia 11/9, com exceção de Kauã, que já atuou na competição pelo Athetico-PR. Mas no Brasileiro será importante. Certamente terá oportunidades de entrar e mostrar seu futebol.
Alfinetada de Pedrinho
Antes dos jogadores serem apresentados, Pedro Lourenço fez questão de esclarecer a situação que o Athletico-PR o enquadrou. Por meio de nota, disseram que o Cruzeiro não tinha palavra e que teria “roubado” o lateral-direito pagando a multa. Pedrinho foi direto: “Já fizeram isso com a gente e nós apenas cumprimos o que a lei determina. Ninguém roubou jogador de ninguém e eles já fizeram isso e não reclamamos”. O fato citado envolve Vitor Roque, quando o Athletico-PR pagou a multa dele e, no dia seguinte, desembarcou em Curitiba.








