A morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, após cair de um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, acendeu o alerta sobre os riscos enfrentados por turistas em rotas de aventura no país. De acordo com dados do governo indonésio, ao menos oito pessoas morreram e outras 180 ficaram feridas em trilhas de vulcões nos últimos cinco anos.
O Monte Rinjani, localizado no Parque Nacional Gunung Rinjani, é um dos destinos turísticos mais populares da Indonésia, conhecido por sua paisagem deslumbrante, mas também por seus desafios naturais. Juliana, que era publicitária, ficou quatro dias presa em um penhasco após a queda, sem acesso a água, comida ou abrigo adequado contra o frio. Seu corpo foi localizado nesta terça-feira (24).
As estatísticas oficiais mostram um crescimento no número de incidentes envolvendo trilheiros. Em 2021, foram registrados 21 casos. Em 2023, o número subiu para 35, com três mortes. Já em 2024, até o momento, foram contabilizadas 60 vítimas, incluindo uma morte.
Segundo o Escritório do Parque Nacional, entre os feridos e mortos nos últimos cinco anos, 44 eram turistas estrangeiros e 136, visitantes locais.








